No comando da ADG, Castilho analisa primeiro ano como técnico profissional
Este ano foi especial para o técnico Jorge Luiz Castilho. Em 2014, ele estreou como treinador profissional e comanda o Guarujá na disputa da Segunda Divisão do Campeonato Paulista. Os primeiros passos foram promissores. Ele conseguiu classificar a ADG para a segunda fase do estadual em terceiro lugar do grupo 6, com 15 pontos. O Tubarão chegou a ter o terceiro melhor ataque do torneio e despertou esperança de um acesso para a A3 do Paulista.
Mas, após quatro rodadas, o sonho caiu por terra. Sem somar pontos no grupo 10 da Segundona Paulista, a AD Guarujá não possui mais chances de seguir na competição. Castilho analisou o primeiro ano como treinador e lamentou os problemas enfrentados nesta fase do estadual.
- Esse foi meu primeiro trabalho como técnico profissional. Acredito que a primeira fase foi muito bem feita. Na segunda fase faltaram algumas coisas. Tivemos problemas internos e a falta de experiência do meu grupo também contou muito, mas faz parte do aprendizado - falou o técnico.
O Guarujá também sofreu com a perda de peças importantes para a sequência da Segundona Paulista. Um deles foi o meia Edmilson, um dos artilheiros da equipe, que acabou se machucando e não conseguiu se recuperar a tempo de ajudar o Tubarão.
- Acabou pesando. O Edmilson era um líder dentro de campo. Fez seis gols na primeira fase, estava num momento bom e a contusão atrapalhou. Mas faz parte. Nós temos um grupo grande, elástico. Devíamos ter dado conta do recado. Acho que a falta de experiência foi o que contou para minha equipe - disse Castilho.
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